Não sei o que fiz para merecer tudo isto... Mas devo ter sido uma coisa muito boa.
Mistérios da minha fé:
o amor extremo que tenho por algumas pessoas
o extremo amor que algumas pessoas me têm
corações aos saltos o meu coração está no teu
quarta-feira, junho 13, 2007
MA Tu frustras-me. Porque há dias que preciso de ti, das tuas palavras que insistem em ser cruelmente puras e que afagam o meu prazer egoísta, que aclamam não estarmos sós. Há dias vazios e indiferentes e eu preciso de os despertar. E tu faltas-me. Não há nada de novo, nada de onde sugar a vida que aplaudes, que admiras pela sua beleza e fealdade, por ser tudo isto e te dar tanto, e nos dar tanto. Preciso da tua força e já esgotei tudo o resto que nos deste. Preciso de novas forças, preciso de voltar a acreditar que esta impotência é aparente, que esta desilusão é fugaz e que vale a pena seguir de olhar atento como tu. Mas tu não estás lá nesses dias. E frustras-me.
terça-feira, junho 12, 2007
CS Desejo que a pessoa que todos vêem consiga ser sempre a pessoa que és. Desejo que essa pessoa capaz e sincera, que nos espanta com a serenidade e confiança com que recolhe tudo o que lhe dão permaneça fiel a si própria, que não pare nunca e que saiba sempre viver com essa coragem. Desejo que o sonho não esmoreça, que o amor às coisas e aos dias arda no peito que se comove, ora modestamente sem ruído, ora furiosamente e incapaz de guardar para si tamanha emoção, que arda como se a vida dependesse disso. Porque depende. Porque tu és isso e sem esse lume deixarás de fazer sentido. Por isso, serás sempre aquilo que és, como nós te vemos.
quinta-feira, junho 07, 2007
Mais uma vez, agradeço a todos os que me deram o prazer de os ter comigo neste dia. Obrigada.
sexta-feira, junho 01, 2007
Apresentação do Livro
CARPE DIEM [UM BLOG]
(Corpos Editora)
Terça-feira, 5 de Junho, às 18h45 no auditório da Escola Secundária de Bocage, Setúbal. Estão todos convidados, será uma grande alegria ter-vos por lá. Até breve!
domingo, maio 27, 2007
Eu espero mesmo que exista alguém maior que eu e que me observe e que eu não seja mais que uma personagem de um grande romance que esse alguém está a escrever porque há tanta coisa que vivo e que queria partilhar e não posso, é tanto e tão belo, não queria que se perdesse, não queria ser a única a conhecer. Serei apenas uma personagem de um grande romance e isso deixa-me satisfeita. E seriamos todos ficção, e não haveria problema em vos amar em público. Isto não pode mesmo ser só meu. E eu não sei escrever assim.
sábado, maio 26, 2007
Eu podia querer-te Se quiser, hei-de sonhar contigo Ver-me a teu lado Ter ciúmes, sofrer por amor Mas não posso Porque também tu, um dia, Poderás querer tudo isso E quando o quiseres Não o vou poder controlar E não poderia querer-te mais Diria que não, seria fria (como sou) E deixar-te-ia só e sofredor Por não querer ser mais do que sou
Chegou a hora Levanta-te e mostra-te Mantém a postura firme E esconde-te no orgulho Vão querer rir Vão tentar ferir Mas tu és sincera e serena Não te poderão vencer Sê forte, sê plena E mostra a tua arte de viver
segunda-feira, maio 21, 2007
PP Tenho muito orgulho em ti. Porque tu lutaste, como sempre ameaçaste fazê-lo. Porque tens ideais nos quais investes a vida, tens ideais que te moldam o espírito e que nos repetes ao ouvido para que, como tu, possamos ser salvos por eles. Porque conheces o tempo que te come os passos e antecipas-te, e sorris-lhe por teres descoberto o seu segredo de ser discreto. Tenho orgulho em estar contigo hoje, depois de tudo o que criámos juntas e tudo o que se adivinha tão forte no nosso futuro. Tenho orgulho na pessoa que és e que agora, por fim, se afirma como tal, se mostra por baixo das luzes quentes que nos perturbavam por serem reais. Tenho orgulho em seguir-te desde o início. Tenho muito orgulho no que nos dás.
domingo, maio 20, 2007
MM Gostei muito. Tem sido fascinante conhecer-te. Como começámos com uma conversa comum, um gosto conjunto que aos poucos se foi transformando num ponto de partida para descobrir as divergências. Como encontro graça na forma como nos falas, sempre alegre, sempre com termos que nos fazem cócegas ao riso, sempre com um sorriso sincero. É tão interessante ver-te enamorada de tanta coisa tão longe de nós, de como nos contas tudo isso com tanto amor. E é tão recompensador ver-te puxar-nos para esse teu mundo, que nos tens exposto vagarosamente com muito carinho. Conheci agora a tua arte, descobri finalmente onde te escondes deste hábito tediante que temos de seguir e agora sei aquilo que és. E, sabes... gostei muito.